O que eu ouvi em junho?

1 de julho de 2019

Junho acabou! Então, criei uma mixtape com as 10 bandas que mais ouvi no mês passado. E assim, sempre que virar o mês, pretendo criar uma playlist com os principais artistas que conquistaram meus ouvidos de acordo com o Last.FM.

PS: Naturalmente, Green Day e Ramones foram os artistas que mais ouvi em junho, respectivamente. Por isso, vou pular as duas bandas por serem os meus favoritos. Bem como ser mais justo (e original).

Eagles of Death Metal – Careless Whisper

Em junho, o Eagles of Death Metal lançou o curioso EODM Presents Boots Electric Performing The Best Songs We Never Wrote. Basicamente, o disco traz versões de outros artistas, porém fugindo bastante das músicas originais.

De todas as faixas, Careless Whisper do George Michael foi a que mais gostei. Voltei várias vezes para ouvir, pois ela ficou bem dançantes e gostosa de ouvir. Na minha opinião, superou a original. Deadpool ficaria feliz em ouvir

Sum 41 – Baby You Don’t Wanna Know

No dia 19 de julho, o Sum 41 vai lançar um novo disco chamado Order In Decline. Além de ouvir os singles que eles estão lançando, também ouvi alguns outros álbuns da banda. Por exemplo, o meu favorito: Screaming Bloody Murder (2011).

Agora eles são uma banda de pop punk que está flertando frequentemente com o metal. Mas curiosamente, escolhi Baby You Don’t Wanna Know para entrar nesta mixtape de junho. Gosto muito da melodia dela que foge completamente do som do Sum 41.

The Slackers – International War Criminal

Adoro ska e há tempos estou tentando ouvir a discografia do The Slackers. Recentemente, deixei a playlist This Is Slackers tocando enquanto jogava um pouco de videogame. E no outro dia escutei de novo enquanto trabalhava.

Nas duas vezes, International War Criminal me chamou atenção. Na verdade, ela é uma versão com a banda completa de uma canção do Vic Ruggiero, vocalista do The Slackers. Em resumo, acho incrível essa música em todos os formatos.

Neck Deep – She’s A God

No mês passado, eu ouvi várias vezes (novamente) o disco The Peace and The Panic (2017) do Neck Deep. Um álbum que acho incrível por conseguir ser pop e punk ao mesmo tempo. Acho que é o trabalho que melhor resume o gênero hoje.

Mas na última semana, os galeses lançaram She’s A God, seu mais novo single. Que letra sensacional (e grudenta)! Se eles soubessem que junho tem dia dos namorados no Brasil, certeza que eles lançariam no dia 12. Sem dúvidas, combinaria bem com a data.

Zander – Bastian Contra o Nada

Lembro de um domingo em junho em que precisei ir ao mercado sabendo que ia demorar nas compras. Por isso, peguei o fone de ouvido e coloquei a discografia do Zander para ouvir durante a maratona de senhas e filas. No fim, quando cheguei em casa, continuei ouvindo a banda enquanto fazia o almoço. 

Bastian Contra o Nada é uma música que lembra bastante conversas que eu tive com a minha namorada em épocas complicadas da minha vida. Por exemplo, o disco Flamboyant (2016) saiu apenas alguns meses antes de eu levar uma das maiores rasteiras da minha vida profissional. E ouvi muitas palavras motivacionais como esta música.

“E me deixe dizer que tudo que eu quero é te ver bem/ O mundo não conspira contra ninguém/ Por favor, não escolha ser refém/ Desse pessimismo escuro e vazio que detém”

Plague Vendor – Locomotive

Plague Vendor foi uma das bandas que eu tirei uns dias para conhecer. Locomotive apareceu nas minhas recomendações e no mesmo dia fui ouvir a discografia deles. Às vezes me lembra um pouco Refused, em outras seguem para um caminho diferente. Enfim, bastante interessante para quem gosta de coisas mais enérgicas e berradas.

The Dickies – Give It Back

Demorei muito para conhecer The Dickies, mas hoje é uma das bandas favoritas.  Recentemente, encontrei no Spotify um disco ao vivo com vários “clássicos” deles. Bem como ouvi muitas e muitas vezes.

E sempre voltava em Give It Back, uma das minhas canções favoritas do álbum The Incredible Shrinking Dickies (1979). Acho ela bem incrível, mesmo com uma letra bobinha. No entanto, a parte instrumental é sensacional.

Brvnks – Tired

Acredito que acompanho a Brvnks desde 2016. Na época, o som mais indie lo-fi me conquistou, pois me lembra bastante Best Coast. Em junho, a cantora lançou o disco de estreia Morri de Raiva e escutei várias vezes para escrever para o Blog n’ Roll.

Mesmo assim, gostei muito do álbum que tem uma ou outra música nova. E as antigas, apesar de manter a mesma sonoridade, tiveram algumas mudanças nas letras. Mas no fim, me apaixonei por Tired.

Pin Ups – Spinning

Quem também lançou um disco incrível em junho foi o Pin Ups. Veteranos da cena indie, eles apresentaram o fantástico Long Time No See. Também foi outro lançamento que ouvi diversas vezes para comentar no Blog n’ Roll.

Porém, desde que ouvi o single Spinning, ela virou a minha favorita do álbum. Ela tem uma levada bastante pop e dançante com um ótimo vocal feminino. Não sei explicar, mas sempre me imagino saindo para viajar de carro com essa música.

Alkaline Trio – We Can Never Break Up

Como falei anteriormente, junho é o mês dos namorado. Então, fiz um especial bem fora do comum na minha coluna PPA. Criei um romance pop punker seguindo uma história que desenhei por meio de algumas músicas que ajudaram a criar uma narrativa.

No meio do caminho, inclui We Can Never Break Up que é uma das letras românticas do Alkaline Trio que mais admiro. A ideia de se arriscar em um relacionamento e trabalhar para que ele dê certo é algo que poucos estão dispostos hoje em dia.


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