Qual foi a minha trilha sonora no mês de julho?

1 de agosto de 2019

Julho chegou ao fim! Esse mês foi meio corrido, nem consegui dar tanta atenção ao blog. Mas ainda deu tempo de criar a mixtape com as bandas que mais ouvi durante julho. Para isso, usei como base a minha conta no Last.Fm.

De novo, não inclui minhas bandas favoritas (Green Day, Teenage Bottlerocket) para não tornar a lista repetitiva. Portanto, essa será uma regra que vou aplicar nas próximas mixtapes também.

The Dirty Nil – Pain of Infinity

The Dirty Nil foi a minha paixão nos últimos dias de julho. Então, logo a banda canadense ficou entre as mais ouvidas. Ouvi e reouvi a discografia várias vezes, pois ela mistura punk rock com indie rock e ainda insere um pouco de hard rock.

Na verdade, comecei a me “viciar” no quarteto ouvindo a série de EPs com ótimas versões chamada You’re Welcome. Mas para a mixtape, escolhi a incrível Pain of Infinity do disco Master Volume (2018).

Sum 41 – 45 (A Matter of Time)

Order In Decline foi um dos lançamentos que mais ouvi durante julho. Sem dúvidas, os canadenses do Sum 41 acertaram a mão na mistura do pop punk com o heavy metal. Surpreendentemente, isso ficou incrível.

45 (A Matter of Time) foi um dos últimos singles antes do lançamento do álbum. Gostei bastante do instrumental, achei fantástica a letra. Enfim, para mim, uma das melhores faixas do Order In Decline.

Paura – N.W.A. (Never Walk Alone)

Em julho, eu ajudei o pessoal do Blog n’ Roll com uma série de entrevistas com as bandas do festival Garage Sounds. Então, o Paura foi um dos grupos que eu entrevistei, mesmo sem conhecer muito sobre eles.

Porém, a conversa foi tão interessante que resolvi ir atrás dos discos dos paulistanos. No fim, fui surpreendido com uma banda incrível que serviu de trilha sonora tanto para os dias de trabalho quanto para as batalhas no God of War (2018).

PS: Tameless (2014) é um disco incrível pelas músicas e os trechos de filmes.

Cayetana – Mesa

Cayetana é uma banda americana que conheci por meio do split delas com as australianas do Camp Cope. Elas têm uma sonoridade indie rock fundida com o pop punk e calma nos momentos certos. Por isso, acabou sendo a trilha sonora de algumas manhãs de trabalho.

A parte triste é que o trio resolveu encerrar as atividades no ano passado. Por isso, agora em agosto, elas vão fazer as últimas apresentações. Uma grande pena, pois Cayetana é uma banda incrível que recomendo a todos.

The Ergs! – A Very Pretty Song for a Very Special Young Lady, Pt. 2

The Ergs! é uma das bandas que eu mais admiro, mas que pouca gente conhece. Sou apaixonado pela mistura de indie rock com pop punk que eles fazem. Por exemplo, as melodias são cheias de energias e as letras falando sobre a vida de uma pessoa comum.

A Very Pretty Song for a Very Special Young Lady, Pt. 2 é um ótimo exemplo. Então, logo recomendo ouvir o disco Dork Rock Cork Rod (2004), um clássico pouco conhecido do pop punk “não comercial” dos anos 2000.

Mikey Erg – Clueless or Cruel?

Eu só ouvi bastante The Ergs, pois estava no aquecimento para o novo disco do Mikey Erg. Waxbuilt Castles saiu no dia 26 de julho e traz a mesma fórmula que o músico vem aplicando desde o começo da carreira. Surpreendentemente, ela ainda funciona muito bem.

Clueless or Cruel? foi um dos primeiros singles do álbum. Apesar de não resumir bem o material, ela se tornou uma das minhas músicas favoritas do mês. Por isso, a faixa conseguiu um espacinho aqui na playlist.

Chinelada – Acidente Químico

Logo no primeiro dia de julho, os curitibanos do Chinelada lançaram o EP Acidente Químico. Ele é um material incrível e bem divertido de ouvir, pois as canções trazem histórias que às vezes beiram o surreal. Além de ter uma sonoridade bem próxima dos Ramones.

Pouco depois que o EP foi lançado, escrevi um pequeno review para o Blog n’ Roll. No texto também deixei meus comentários sobre o EP Chinelada que saiu em março. Ambos são bem recomendados para os fãs de bubblegum punk.

Camp Cope – How to Socialise & Make Friends

Camp Cope foi uma das bandas achados deste ano. Na verdade, não lembro bem como conheci esse trio australiano. Apenas sei que foi pelo Instagram e elas estavam fazem no meio de uma turnê nos Estados Unidos.

Ai percebi que diversas pessoas que tenho gosto musical parecido também as seguia. Enfim, há alguns meses é a banda de indie rock que costumo ouvir bastante quando vou ler antes de dormir. Bem como quando preciso de algo mais calmo como trilha sonora para os trabalhos.

Sepultura – Ratamahatta

Enquanto procurava alguma coisa pesada para ser trilha sonora do God of War, acabei reencontrando o disco Roots (1996) do Sepultura. Eu tinha esquecido como esse álbum é incrível de ouvir. Tão tribal e, ao mesmo tempo, tão moderno para época. 

Apesar de Roots Bloody Roots ser um clássico, minha música favorita da banda é Ratamahatta. Sem dúvidas, ela traduz bastante da cultura brasileira de uma forma que ainda não sei explicar. Além de ter uma parte instrumental sensacional.

The Clash – Tommy Gun

Também aproveitei para reouvir The Clash (1977) e Give ‘Em Enough Rope (1978). Neste último disco tem uma das minhas músicas preferidas da banda: Tommy Gun. Não sei explicar o quão fantástica ela é!

Em uma dessas tardes cheias de trabalho em julho acabei colocando alguns discos do The Clash para ouvir. Na verdade, comecei pelos dois álbuns ao vivo: From Here to Eternity (1999) e Live At Shea Stadium. Eles são realmente sensacionais.


Comentários

O Mundo Sem Joey - Comentários